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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Only because you have the tool does not mean you have to use it

Versão em português aqui.

The phrase that serves as title to this article was told in its original already in English like this: "only because you have the tool does not mean you have to use it" by Kelli Such, at SAPPHIRE NOW this year and then freely translated by me (in the Portuguese version on this article). 



Dilbert.com 

Kelli Such is Director of Business Intelligence at Kraft Foods in Chicago, United States. And until I watch the SAPPHIRE NOW session entitled: Building Tomorrow's Enterprise Solutions from SAP with BI, I did not know her.

Actually, to see the entire session, simply visit the event website (http://www.sapphirenow.com), register for free and search by the title: Building Tomorrow's Enterprise Solutions from SAP with BI.
Since then, what changed was simple: I became Kellii's fan. Of course, not only for this sentence. But by the context, by her courage and force behind this phrase. In the midst of the biggest event organized by SAP worldwide, Kelli - under the watchful eyes of the biggest giants in the business world of "tools", shared with us this "pearl". 

The beauty of the concept is the indisputable truth of the statement together with the obviousness of it. As a rough analogy, I could say one has a hammer at home and does not need to use it. I'm pretty sure that in my colleagues circle that statement would cause, without a doubt, a hiatus in the conversation.

The unfolding of the assertion in the field of Business Intelligence and IT in general is enormous. We have been seem that BI solutions market clearly go for the plurality of tools, it is normal and natural: planning tools, reports, dashboards, consolidation, etc.. And in general, all these tools come entagleded together in a "suite" or in a package. 


The idea of ​​packing tools is in principle great. It gives to the customer the possibility to do things that he/she did not foresee or did not know that could be made. But we must avoid the dictatorship of the technology. Decisions about whether to use a tool should ALWAYS be connected directly to a business need or opportunity. 


It is clear that IT, and especially BI professionals, can and should suggest uses not yet considered by our colleagues in other areas (whatever they are: finance, human resources, marketing, production, etc.). But these suggestions MUST be related to a business need or opportunity, otherwise they are pointless.  


If someone disagrees, I have a suggestion: just go home and use the hammer.
   
Huges,

Só porque você tem a ferramenta, não quer dizer que tenha que usá-la

English version here

A frase que serve de título a esse artigo foi dita em seu original em inglês: "only because you have the tool does not mean you have to use it" por Kelli Such, no SAPPHIRE NOW deste ano e depois livremente traduzida por mim.
Dilbert.com
A Kelli Such é Diretora de Business Intelligence na Kraft Foods em Chicago, Estados Unidos. E até assistir a palestra dela no SAPPHIRE NOW entitulada: Building Tomorrow’s Enterprise with BI Solutions from SAP, eu não a conhecia.

Aliás, para ver a sessão, basta acessar o site do evento (http://www.sapphirenow.com), se registrar gratuitamente e buscar pelo título: Building Tomorrow’s Enterprise with BI Solutions from SAP.

De lá para cá, o que mudou foi simples: eu me tornei fã da Kelli. Claro, não apenas por essa frase. Pelo contexto, pela coragem e pela força por trás dessa frase. No meio do maior evento organizado pela SAP no mundo, a Kelli - sob o olhar atento das maiores gigantes do mundo no ramo de "ferramentas", soltou essa pérola.

A beleza do conceito proposto é a verdade indiscutível da afirmação aliada a obviedade da mesma. Numa analogia grosseira, eu poderia dizer: tenho um martelo em casa e não preciso usar ele. Tenho certeza que em uma roda com meus amigos essa afirmação causaria, sem sombras de dúvida, um hiato na conversa.

O desdobramento da afirmação no ramo de Business Intelligence e em TI de modo geral é enorme. As soluções de BI de mercado caminham claramente para a pluraridade de ferramentas, é normal: ferramentas de planejamento, relatorios, Dashboards, consolidação, etc. E em geral, todas essas ferramentas vêm empacotadas em uma suite, num pacote.
A idéia do pacote é ótima, da ao cliente a POSSIBILIDADE de fazer coisas que ele não previa ou não sabia que poderiam ser feitas. Mas é preciso evitar a ditadura da tecnologia. As decisões sobre a utilização ou não de uma ferramenta devem SEMPRE estar ligadas diretamente a uma necessidade ou oportunidade de negócio.
Claro está que IT, e principalmente os profissionais de BI, podem e devem sugerir utilizações ainda não consideradas por nossos parceiros de outras áreas (sejam elas quais forem: finanças, recursos humanos, marketing, produção, etc). Mas essas sugestões, DEVEM estar ligadas a uma oportunidade ou necessidade de negócio.
Se alguém discordar, eu tenho uma sugestão: ao chegar em casa, use o martelo.

Grande abraço,

quinta-feira, 17 de março de 2011

O que ver no SAPFORUM 2011?

Está com dúvidas sobre o que ver no SAPFORUM 2011 na próxima semana? Para ajudar os profissionais de BI que estão pensando em ir ao evento, estou publicando aqui as palestras que eu estou pensando em visitar.



Grande abraço,

quinta-feira, 3 de março de 2011

SAP FORUM 2011: se você é profissional SAP, pode marcar na agenda

Estou avisando com antecedência para ninguém reclamar: entre os dias 22 e 24 de Março acontecerá em São Paulo o maior evento da SAP da América Latina, o SAP FORUM 2011. Mais informações no site do evento clicando aqui.

Para os que não pararam de ler o artigo e estão se perguntando: o que isso tem a ver com BI? A resposta é simples: tudo e nada ao mesmo tempo.

NADA, porque o evento não é sobre BI. Não vai proporcionar uma discussão ampla e detalhada sobre conceitos de BI ou mesmo possibilitar comparar diversas ferramentas de BI.

TUDO, porque a SAP é uma das grandes opções quando falamos de BI atualmente. O Data Warehouse (SAP BW), as ferramenats de relatórios (hoje encapsuladas no guarda-chuvas do Business Objects) e as ferramentas de planejamento (para mais detalhes veja os artigos: Planejamento SAP confusão, confusão e mais confusão - Parte 1 e Planejamento SAP confusão, confusão e mais confusão - Parte 2) são fortes opções sempre que se fala em ferramentas de BI.

Se for sua primeira vez, você pode ficar um pouco confuso. São 2 as opções disponíveis de ingresso: os que dão direito ao congresso e o que dá direito apenas as sessões paralelas. Para definir o que faz mais sentido no seu caso, basta olhar a agenda do evento, também disponível no site (ou clicando aqui). O congresso tende a ser mais estratégico, as sessões paralelas mais focadas e algumas até técnicas.

Em resumo, se você tem tempo e dinheiro (ou um patrocinador), vale a pena passar no evento que geralmente é muito bem organizado. Pessoalmente, sempre que posso vou ao evento. Se passarem por lá procurem por mim. :-)

Grande abraço,

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Como definir e calcular suas métricas - Parte 1

Antes que alguém reclame: eu simplesmente gosto de escrever os artigos em pequenas séries de 1 ou 2 artigos. Não, não tem a ver DIRETAMENTE com aumentar taxa de retorno de leitores ao site. Tem a ver com deixar um texto curto e focado no que ele se propõe. Tem também a ver com o tempo disponível para escrever e revisar os textos. Isso dito, vamos ao que interessa.

Aproveitando o clima de fim de ano, resolvi definir minhas metas de fim de ano para 2011 e enquanto fazia isso, percebi que eu podia ajudar os novatos (e refrescar a mente de alguns não tão novatos) sobre métricas. Como definir, como escolher e como medir as famigeradas métricas.

Mas o que são métricas? Bom, a MINHA definição de métrica é a seguinte: a medida quantificável de um indicador de resultado preferencialmente empírico (veja definição aqui). Traduzindo:

  • "a medida quantificável": a sua altura é uma medida quantificável. Assim como seu peso, a distância até o trabalho ou o peso do prato no PF da esquina. Já o QUANTO você ama sua esposa ou marido não pode ser MEDIDO numa escala razoavelmente aceita por todos;
  • "de um indicador de resultado": o objeto da medição que demanda tempo desde sua definição, passando por criação, cálculo e monitoração deve ter um FIM definido. Em resumo, saber que a Marília Gabriela namora pessoas em média 20 anos mais novas (apenas como um exemplo) simplesmente não tem nenhuma utilidade prática na minha vida. Saber a evolução do IPC (Índice de Preços ao Consumidor da FGV) impacta diretamente minha vida.
  • "preferencialmente empírico": ou seja, algo derivado de uma observação da realidade. Em resumo, apesar de ser útil conhecer o índice geral de satisfação do seu cliente ele é EXTREMAMENTE subjetivo e pode ser influenciado por uma série de fatores que estão completamente fora do seu controle. Apesar de necessário e inquestionável, sempre é bom ter critérios claros (simpatia do atendente, satisfação com o produto ou serviço adquirido, local de atendimento etc.) para respaldar minimamente a resposta do cliente e torná-lo mais palpável.
No próximo artigo, aproveitando o primeiro texto do ano, vou falar mais sobre o assunto. Até lá.

Grande abraço,

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